Olá, hoje escolhi uma temática interessante, porque diz respeito à um acontecimento que todos nós teremos que passar um dia, seja com nossos familiares, entiados ou até amigos que nos rodeam.
A questão é:
Quando será?O que ocorre durante essa "passagem"? Para onde vamos? São duvidas irrespondíveis até os dias de hoje, sobre o outro lado não sabemos nada de concreto. Quando algo do tipo acontece com pessoas que nos são próximas, são trazidas à tona sensações como impotência, a dor da perda, a saudade, e lhe vem imagens, lembranças de como essa pessoa era enquanto viva, coisas que fizeram juntas, lugares que conheceram, enfim, toda um história que por um breve momento se passa pela nossa cabeça. Uma coisa é certa, não se pode parar o tempo, nem faze-lo retroceder, nos resta apenas atidudes, refletir sobre nossos atos em vida e confortar com palavras os irmãos que ficaram entre nós. Uma das coisas que me enraivece, é justamente o fato de impotência para com o "destino", depois de acontecido não se volta atrás, não se tem duas chances, acabou acabou, se pelo menos houvesse uma maneira e tivessemos como descobrir antes de acontecer, seria possivel fazer algo para impedir, mas não há. Gostaria que a vida fosse como um pensamento de autor que não me recordo no momento, ele diz mais ou menos assim: "A vida deveria ser vivida ao inverso do que é hoje, nasceriamos velhos cheios de preocupações, da velhice passamos para maturidade e os problemas que vem junto dela, logo em seguida viria a juventude com suas aventuras, depois a infância e os seus sonhos, e no final retomamos o lugar aconchegante em que fomos concebidos através de uma sensação de extremo prazer". Viver uma utopia assim seria ótimo, sem dor, nem sofrimento na hora da partida, só alegria e boas sensações, mas como nem tudo na vida é como gostariamos que fosse, temos que nos adaptar aos acontecimentos sem deixar que isso nos afete psicologicamente, pois uma coisa sabemos, a morte é a unica certeza da vida. (Em memória de Francisco Saiter)
wma