Roteiro - A plebéia e o príncipe
A - Em algum lugar da Europa, existia um príncipe dono de vastos campos onde haviam florestas, cachoeiras e rios, belezas inigualáveis. Certo dia ele estava sentado aproveitando a sombra de uma arvore a beira do rio, como sempre pensava em si e quando teria a oportunidade de se apaixonar, foi exatamente na hora em que percebeu não estar sozinho naquela floresta, olhou para o outro lado do rio seguindo aqueles ruídos.
E então viu uma camponesa dos olhos verdes como a sua floresta, os dois se conheceram e não se sabe o que aconteceu... um sentimento inexplicável invadiu suas almas. O príncipe pensou desde o primeiro momento que ela era a coisa mais linda que ele já tinha visto, sua beleza era a de uma princesa, ao se tratar de uma camponesa, o relembrou da posição do rei, este que gostaria de casá-lo com uma princesa qualquer da qual ele não sentia nada e que nunca permitiria esse relacionamento.
B - Alguns meses se passam e ele toma uma decisão, sai a procura de sua amada. É quando o rei percebe que o filho foi em busca da camponesa e pede para seus guardas detê-lo a qualquer custo, o príncipe cavalgando dentro da floresta é abordado por alguns guardas que tentam impedi-lo de prosseguir, ele lutam, o príncipe escapa e ao chegar à simples casa de madeira, encontra ela desfalecida com uma flecha atravessando seu peito. Atordoado escuta as ultimas palavras de sua amada alma gêmea que disse: Amarei-te hoje e sempre onde quer que eu esteja... logo em seguida com lagrimas, amor e raiva nos olhos ele fala pra ela: Meu amor é seu não importa o que façam.
C - Cavalgando em direção ao castelo, o príncipe não consegue parar de relembrar os últimos meses passados, todos aqueles dias em que eles se encontravam a beira do mesmo rio, onde tudo havia começado, onde passou momentos bons ao lado dela, apreciando aqueles olhos lindos e a pela tão lisa como a pura seda que havia em seu castelo.
A1 - Então percebe que foram os melhores dias de sua vida e que seu próprio pai teria acabo de arrancá-los com tamanha crueldade. Chega aos aposentos do rei e o encontra sentado, escrevendo alguma coisa. O príncipe pega o punhal que estava sobre a mesa, o rei olha surpreso imaginando que o filho estaria prestes a ataca-lo, é quando o o príncipe diz: Não sou um monstro, viva o que resta de sua vida com as conseqüências... e então enfia o punhal contra seu próprio peito caindo nos braços de seu pai.
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